segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Anabolismo e Catabolismo

Nossas casas se desarrumam com uma facilidade impressionante, não é mesmo? Parece até que as coisas se desarrumam sozinhas, quase que espontaneamente. Por outro lado, quando precisamos arrumar tudo, organizar as coisas em seus devidos lugares, é uma trabalheira danada, exigindo um grande gasto de energia.

As moléculas que compõem um organismo vivo precisam estar constantemente sendo organizadas, em células, tecidos, órgãos. Isso também requer energia. Esta é uma razão pela qual nos alimentamos. Nós extraímos energia dos alimentos e a utilizamos para manter “nossa casa” em ordem.

Você sabia que existe uma Lei Universal que explica estes fenômenos?

Alguns alunos de graduação produziram este vídeo, onde eles tentam explicar estes processos que, juntos, compõem o nosso metabolismo. Vamos com eles?

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Mecanismos anaeróbios para produção de ATP

Fazer uma caminhada ou mesmo uma corrida, a gente até aguenta né? Mas imagina levantar algo bastante pesado numa competição de levantamento de peso? Pois é, foi exatamente isso que Bárbara resolveu fazer, porém, sem um preparo físico adequado. Em meio a muitas lágrimas desesperadas (e exageradas) e a muita chateação, Bárbara conversa com seu treinador, Fabiano, sobre o que poderia ter acontecido para ela ter se saído de maneira tão ruim na competição.

De onde vem a energia que utilizamos quando vamos malhar na academia levantando peso? ATP, fermentação lática, creatina... Tudo isso está nesse bolo aí... Assista ao vídeo sobre “Mecanismos anaeróbios para produção de ATP” e entenda um pouco sobre as principais vias de obtenção de energia, na ausência de oxigênio. O vídeo trabalha o assunto de uma maneira simples e de fácil entendimento, misturando animações bioquímicas com situações um tanto engraçadas.

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O casamento e as enzimas

Uma enzima é uma macromolécula capaz de modificar a estrutura molecular de alvos específicos (seus substratos). Os substratos modificados são denominados produtos da reação. Tudo isso ocorre em uma espécie de “bolso mágico” que toda enzima possui, chamado sítio ativo.

Ou seja, substratos são transformados em produtos no sítio ativo das enzimas.

Mas como as enzimas conseguem ser específicas para seus substratos? E como elas conseguem alterar a forma destes substratos de maneira que eles sejam convertidos em produtos?

Existem alguns modelos que explicam como isso acontece.

Um modelo famoso é o “modelo chave-fechadura”, que diz que o sítio ativo de uma enzima tem a forma exatamente complementar a do substrato, para um encaixe perfeito. Infelizmente este modelo NÃO explica corretamente o funcionamento de uma enzima.

Por quê?

Vejam este vídeo produzido por alunos de graduação do 1º semestre da UFBA, que vocês vão entender.

PS: Os alunos não seguiram a linha do politicamente correto, mas a explicação deles foi bem original.